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PERGUNTAS MAIS FREQUENTES (Frequent Asked Questions)

Com o objetivo de informar, listamos aqui algumas perguntas mais frequentes e suas respectivas respostas:


I) SOBRE O SISTEMA SOLAR FOTOVOLTAICO

Qual é a diferença entre energia fotovoltaica e as demais energias solares?

Existem, basicamente, dois usos dos raios solares como fonte de energia: o térmico e o elétrico. O primeiro pode ser feito de forma passiva, através de técnicas modernas de arquitetura e construção que permitem maior iluminação natural aos ambientes, ou com o auxílio de coletores ou concentradores solares – nestes casos, porém, a função da energia gerada é basicamente aquecer a água.

Já a conversão da energia solar em elétrica pode ocorrer por processo termoelétrico ou fotoelétrico. O termoelétrico é conseguido através da junção de dois materiais semicondutores que, quando aquecidos pelo sol, provocam uma diferença de potencial entre as extremidades, gerando corrente elétrica; mas seu rendimento é baixo e o custo do material, muito elevado, o que inviabiliza o uso comercial. O processo fotoelétrico, por sua vez, converte os fótons contidos na luz solar em energia elétrica, através do uso dos painéis fotovoltaicos, formados por células solares.

Quais as vantagens econômicas da energia fotovoltaica?

À parte do investimento inicial, com a compra e a instalação do equipamento, a energia elétrica gerada pelo sistema fotovoltaico não tem outros custos, dado que os painéis demandam pouca manutenção. Com a evolução tecnológica, o prazo de retorno deste investimento inicial está cada vez menor.

Além disso, tal energia é autossuficiente e, portanto, mais segura em termos de abastecimento, principalmente para os consumidores corporativos, para quem a falta de energia pode significar perdas de produção. A energia fotovoltaica também é a solução mais barata para a eletrificação de grandes propriedades rurais formadas por sistemas elétricos dispersos. Outro uso bastante viável, principalmente para a iniciativa pública, é a eletrificação de comunidades remotas.

Posso instalar um sistema solar em minha casa para economizar energia?

Sistemas fotovoltaicos são utilizados em residências como forma de economia de energia quando há legislação regulamentando quanto a venda do excedente gerado para a rede elétrica, o que é convertido em créditos para uso próprio. No Brasil, a ANEEL aprovou a regulamentação intitulada Resolução Normativa 482/2.012 (revisada pela Resolução Normativa 687/2.015), que permite a conexão de um sistema residencial e viabiliza o investimento através do sistema de compensação energético. Portanto, hoje já é permitido e viável a instalação de um sistema fotovoltaico residencial/comercial/industrial.

Posso instalar um sistema solar fotovoltaico em minha empresa?

Nos dias de hoje, a busca por iniciativas ecológicas e sustentáveis por parte das empresas é grande. Como a tecnologia é relativamente nova no Brasil e a popularização no futuro é inevitável, a instalação hoje de um sistema solar, além de atrair a atenção da mídia, pode ser utilizada para a geração de material publicitário e campanhas de marketing, o que trazem retornos consideráveis, além da economia gerada através do sistema de compensação energético da resolução normativa aprovada pela ANEEL.

Também é possível, no caso de sistemas conectados à rede, disponibilizar na internet quanto da própria energia a empresa está gerando e qual está sendo a redução na emissão de gás carbônico na atmosfera.

É possível tornar-se completamente independente da rede elétrica utilizando energia solar?

Para se tornar independente da rede elétrica, é necessário um sistema autônomo, onde o armazenamento da energia é feito por baterias. Esse tipo de sistema é recomendado para locais onde não há rede elétrica, como fazendas e zonas remotas. Em zonas urbanas, a viabilidade financeira indica um sistema conectado à rede. Apesar de não serem totalmente independentes, sistemas híbridos com bateria também podem ser utilizados em zonas urbanas, e são compostos pela mescla de um sistema On-Grid (conectado à rede) e de um sistema Off-Grid (não requer conexão à rede), mas são menos comerciais e possuem um custo mais elevado devido à utilização de bancos de baterias (devido à função no-break).

Quais as vantagens ambientais da energia fotovoltaica?

A interação entre o silício e a luz solar, que gera a energia fotovoltaica, não produz resíduos. Por isso, ela é considerada uma fonte de energia limpa ou ecológica. Além disso, a radiação solar é abundante e inesgotável, com grande potencial de utilização, enquanto o silício, principal semicondutor utilizado nos painéis fotovoltaicos, é o segundo elemento mais encontrado na superfície terrestre. Ou seja: é uma solução energética sustentável.

Quais as desvantagens da energia fotovoltaica?

Atualmente, o custo para se montar um sistema fotovoltaico é maior que o de um convencional. Mesmo assim, é um investimento que se paga no médio prazo, já que não há conta mensal de luz. Além disso, a durabilidade dos materiais (+ de 25 anos) vale o investimento. Outra boa notícia é que, com o desenvolvimento e a disseminação da tecnologia, os custos têm caído ano a ano.

O que é preciso para a instalação de módulos fotovoltaicos?

Para maior eficiência do sistema, os módulos fotovoltaicos que compõem o painel fotovoltaico devem ser instalados em posição e altura determinadas de acordo com a localização da construção. Além disso, é necessário calcular a quantidade de energia demandada e a radiação solar recebida no local de instalação, a fim de definir o modelo e o tamanho dos módulos fotovoltaicos. A instalação requer, ainda, inversores interativos (para transformar a corrente elétrica contínua em alternada).

Com a energia solar fotovoltaica, é possível utilizar todos os aparelhos elétricos comuns?

Sim, a energia solar fotovoltaica tem os mesmos usos que a energia elétrica convencional. No entanto, é necessário um projeto de instalação de painéis condizente com a demanda e a finalidade de consumo.

Ter um gerador fotovoltaico ou usina fotovoltaica no telhado de casa é barulhento?

No sistema fotovoltaico, a energia elétrica não é gerada a partir de movimentos mecânicos. É a interação entre o silício cristalino e a luz solar que gera a liberação de elétrons fazendo circular uma corrente elétrica, e este processo é silencioso.

A transformação da luz do sol em energia elétrica deixa resíduos?

Não. Por isto, a energia solar fotovoltaica é considerada uma energia limpa. Já há empresas especializadas em fazer a reciclagem completa dos materiais que compõem os equipamentos fotovoltaicos, que por ventura tenham sido danificados por alguma razão (ex.: manuseio indevido, instalação incorreta, fenômenos da natureza).

Se a obtenção de energia fotovoltaica depende do Sol, há o risco de apagão nos dias nublados? E à noite?

A eficiência do sistema solar fotovoltaico depende, sim, da quantidade de luz recebida. Porém, mesmo em dias nublados há radiação mais do que suficiente para a geração de energia. Além disso, em localidades com condições climáticas piores, o sistema pode ser potencializado aumentando-se a superfície de contato (com painéis fotovoltaicos maiores). No Brasil, todas as regiões apresentam ótimas condições climáticas.

A energia do Sol é renovável, mas o silício não pode acabar?

O silício, principal matéria-prima utilizada na fabricação de módulos fotovoltaicos, é o segundo elemento químico mais abundante na Terra, atrás somente do oxigênio.

Qual é a situação atual da energia fotovoltaica no Brasil?

No Brasil, o potencial de energia fotovoltaica é imenso, dados seus altos índices de radiação solar. Atualmente, os governos e as concessionárias de serviços públicos são os principais investidores, utilizando módulos fotovoltaicos em sinalização e fiscalização rodoviárias, iluminação pública, telecomunicações e outros. O projeto federal Luz Para Todos, que visa levar energia elétrica para comunidades isoladas e carentes, também faz amplo uso da energia fotovoltaica.

No entanto, os sistemas fotovoltaicos on-grid ainda são novidade. Um dos principais obstáculos têm sido o custo de compra e instalação dos módulos, que já está sendo ultrapassado graças ao avanço da tecnologia, que tem reduzido o custo e aumentado a eficiência desses módulos. A boa noticia no setor é que a ANEEL aprovou a Resolução Normativa 482/2.012, que permite ao consumidores em baixa tensão, seja residencial, comercial, industrial, ou rural, o investimento em um sistema fotovoltaico que seja capaz de suprir parte ou toda sua demanda por energia elétrica. O retorno financeiro sobre esse tipo de sistema vem através da economia na conta de luz que é diretamente relacionada ao percentual de energia gerado pelo consumidor.

A tecnologia fotovoltaica está representada por uma indústria em franco crescimento global e a utilização de sistemas fotovoltaicos esta se tornando predominante em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Isso acontece, pois as fontes de energia suja estão cada vez mais restritas e, com o crescimento das economias emergentes, a tecnologia fotovoltaica surge como excelente alternativa de expansão da capacidade de geração de energia elétrica.


II) SOBRE OS EQUIPAMENTOS QUE COMPÕEM O SISTEMA FOTOVOLTAICO

Quais são os principais componentes de um sistema fotovoltaico?

Um sistema fotovoltaico é composto basicamente por Módulos Fotovoltaicos, Inversor Solar, Estrutura de Fixação, Cabos e Conectores Especiais, e materiais elétricos (Disjuntores e DPS).

De que são feitos os módulos fotovoltaicos?

São, na sua maioria, fabricados com células fotovoltaicas de silício. Atualmente, a maioria dos módulos pesa em torno de 11 kg/m², possui garantia de 25 anos, e utiliza um vidro temperado de 3.2 mm resistente à maioria das chuvas de granizo.
Os mais utilizados hoje em dia possuem 72 células, ocupam uma área entre 2,00 e 2,15 m², e possuem potências entre 330 e 415 W variando com a eficiência da célula usada.

O que é inversor interativo e qual sua função?

É o “coração” do sistema fotovoltaico. Ele é responsável por transformar toda a energia produzida pelos módulos solares em eletricidade para ser utilizada em sua casa ou empresa. Além disso desempenha o papel de segurança e monitoramento da energia produzida. Tradicionalmente, é instalado na parede perto do quadro de luz, em lugar protegido da chuva e poeira. Os inversores residenciais possuem um tamanho médio de 40 x 70 x 30cm (largura x altura x profundidade).

De que são feitas as estruturas de fixação e qual sua função?

As estruturas de fixação dos módulos solares são fabricadas com os mais diversos materiais. Tradicionalmente se utiliza o alumínio para os trilhos e uma liga para os ganchos que fixam os trilhos no telhado. Existem sistemas de fixação de módulos solares para todos os tipos de telhado.


III) SOBRE A PREPARAÇÃO DO LOCAL E SOBRE O PROJETO TÉCNICO

Qual é a área de telhado necessária para instalar um sistema fotovoltaico? O telhado deve suportar que peso?

De modo geral, o peso médio do sistema instalado é de 14,5 kg/m².
E a área ocupada por sistemas de energia solar residenciais:
Potência de 1,5 kWp: mínimo 10,5 m²
Potência de 2,0 kWp: mínimo 14 m²
Potência de 3,0 kWp: mínimo 21 m²
Potência de 4,0 kWp: mínimo 28 m²
Potência de 5,0 kWp: mínimo 35 m²
Potência de 10,0 kWp: mínimo 70 m²
DICA: para sistemas maiores, como comércios e indústrias, considere aproximadamente 10 m² para cada kWp de potência do seu sistema.

Qual é a melhor posição dos módulos solares no telhado do imóvel?

A posição ideal para produzir o máximo de energia com os painéis fotovoltaicos no Brasil é a face Norte, com um grau de inclinação igual ao da latitude.
Ex: A cidade de Pirenópolis está na latitude 16°, portanto o melhor ângulo para o seu painel solar é inclinado a 16° em relação ao plano horizontal.
Na prática, você nem sempre vai ter a inclinação e direção perfeitas, mas não se preocupe. A perda na produção de energia é pequena e totalmente aceitável.
É possível verificar que mesmo virado para Oeste ou Leste, o rendimento ainda é muito bom, com perdas de 18% a 20% para cada direção.

Quais são os melhores tipos de cobertura para se instalar o sistema fotovoltaico?

Os módulos fotovoltaicos são presos ao telhado através de um sistema de fixação. Cada tipo de telhado pede um sistema de fixação diferente.

As coberturas de telha metálica, como as trapezoidais comuns e termoacústicas, são as melhores opções. Essas coberturas facilitam a instalação e a fixação das estruturas de montagem.

As telhas de barro/concreto do tipo francês ou do tipo capa-canal são a segunda melhor opção.
Elas requerem algum tipo de manuseio para instalar, mas nada que inviabilize a sua instalação.

As telhas do tipo fibrocimento são mais frágeis e correm o risco de quebrar durante o processo.
Nada para se preocupar, mas se você tiver opção de escolher, as duas primeiras são melhores.


IV) SOBRE AS RESOLUÇÕES NORMATIVAS  482/2.012  E  687/2.015  DA ANEEL

Conforme foi regulamentado em 2.012 pela ANEEL através da RN482/2.012 e revisado em 2015 através da RN 687/2.015, qualquer consumidor cativo de energia elétrica poderá gerar sua própria energia, e injetar a energia gerada em excesso na rede elétrica, obtendo créditos energéticos para uso posterior, desde que seguidos todos os requisitos contidos nessas RNs. A ANEEL estabelece ainda que todas as distribuidoras de energia no Brasil são obrigadas a obedecer a essas normas.

Quem pode aderir ao Sistema de Compensação de Créditos Energéticos?

Todos os consumidores cativos. Consumidor cativo é aquele que compra energia da distribuidora, como residências e pequenas empresas. Esses são todos consumidores cativos.

Como é medida a energia produzida em excesso?

A distribuidora vai instalar um relógio ou medidor de energia novo, chamado de medidor de energia bidirecional. Esse medidor vai medir a energia nas duas direções, ou seja, a energia que você consumiu da rede da distribuidora e a energia que você produziu em excesso e injetou na rede.

Qual é o maior sistema que é permitido instalar em um imóvel?

Segundo a RN 687/2.105, a potência máxima que se pode instalar dentro da regulamentação é de 5.000 kWp (aproximadamente 35.000m2 de painéis solares!). Mas observe que o tipo de conexão com o padrão de entrada e a corrente máxima de entrada delimitam a potência máxima do sistema fotovoltaico que o imóvel pode suportar.

Qual é a validade dos créditos energéticos produzidos ao injetar energia na rede?

A energia gerada em excesso pelo sistema de energia fotovoltaica, que é injetada na rede da distribuidora, será “emprestada” para a distribuidora a título de “empréstimo gratuito” criando assim um crédito energético para seu uso nas próximas faturas. Este crédito energético tem uma validade de 60 meses.

É possível “zerar” a conta de energia?

É possível zerar o seu consumo, mas não o valor da conta de energia. Se você gerar 100% da energia que consome, seu consumo de energia proveniente da distribuidora será zero. Se você gerar mais energia do que consumiu, esse excedente gerará créditos energéticos na proporção 1:1 (cada 1 kWh de energia gerada dá direito a 1 kWh de crédito energético para abater nas próximas contas). No entanto, a RN da ANEEL estabelece que o cliente é obrigado a pagar uma taxa mínima para a distribuidora, chamado Custo de Disponibilidade. Esse custo varia de acordo com o tipo de ligação:

monofásica: valor em moeda corrente equivalente a 30kW/h.
bifásica: valor em moeda corrente equivalente a 50kW/h.
trifásica: valor em moeda corrente equivalente a 100kWh.

Resumindo, como fica a conta de energia?

A sua conta será reduzida e vai variar de acordo com a quantidade de energia que você produzir e deixar de consumir da distribuidora. Desta forma, você pode reduzir em até 95% a sua conta de luz.

Existem outras formas de se produzir energia e utilizar os créditos da energia excedente injetada na rede?

Sim, a RN 687/2.105 permite ainda as seguintes modalidades de compensação dos créditos energéticos:

  • geração compartilhada
  • geração em condomínios
  • autoconsumo remoto

Como funciona a modalidade de compensação compartilhada?

Nesta modalidade o sistema de geração pode ser instalado em local diferente do consumo por um consórcio ou cooperativa que pode reunir pessoas físicas ou jurídicas para repartir a energia gerada por um único gerador solar. Os créditos gerados podem ser utilizados pelos cooperados/consorciados em suas unidades consumidoras, em porcentagens previamente definidas por eles.
Obs: Para isso é necessário que todos envolvidos no consórcio/cooperativa estejam dentro da mesma área de cobertura da distribuidora de energia.

Como funciona a modalidade de compensação em condomínios?

Você pode gerar energia solar em condomínios e compartilhar a energia gerada entre os condôminos. A geração pode tanto ser usada para as áreas comuns como pode ser compartilhada entre todas as contas de luz dos condôminos.

Como funciona a modalidade de compensação autoconsumo remoto?

Nesta modalidade é possível, por exemplo, utilizar um terreno de sua propriedade fora da cidade para construir um sistema fotovoltaico e usar a produção de energia dele para reduzir a sua conta de luz na cidade. Para isso a conta de luz dos dois locais precisam estar no seu nome e os dois locais serem atendidos pela mesma distribuidora de energia.


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